quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Razões da Permissibilidade da Poligamia no Islam
Todos os mandamentos da religião do Islam são de Deus, o Sábio, e disso se conclui que todas as coisas que são permitidas são devido ao fato de que seus benefícios para o indivíduo e a sociedade superam seus prejuízos. Ao analisar as razões e resultados da permissibilidade da poligamia, se verá que as normas da religião do Islam são aquelas que verdadeiramente se adéquam a todas as épocas e lugares, uma vez que a sua fonte é Deus Todo-Poderoso, o Sábio e Que Tudo Conhece.
Como o Alcorão indica (4:3), a questão da poligamia no Islã é entendida à luz das obrigações da comunidade em relação aos órfãos e viúvas. O Islã, como uma religião universal que é adequada para todos os tempos e lugares, não pode ignorar essas obrigações.
A poligamia islâmica trata dos problemas sociais da prostituição e relações extra-conjugais comuns no Ocidente. Ao invés de trair – a infidelidade é uma das principais razões para divórcio no Ocidente – o Islã permite a um homem casar com mais de uma esposa, com pleno reconhecimento dos direitos de ambas. O princípio básico no Islã é que os homens são responsáveis por seu comportamento em relação às mulheres assim como as mulheres são responsáveis por seu comportamento em relação aos homens.
O número de mulheres no mundo excede o de homens. O excesso é resultado da morte de homens em guerras e crimes violentos, e ao fato das mulheres viverem mais que os homens. O aumento da homossexualidade aumenta ainda mais o problema. Bertrand Russel escreveu, “E em todos os países onde existe um excesso de mulheres é uma injustiça óbvia que aquelas que por necessidade aritmética devam permanecer solteiras, sejam totalmente privadas de experiência sexual.” A poligamia, então, é a única solução responsável para essa situação desagradável.
País | População Masculina | População Feminina |
Rússia | 46.1% | 53.9% |
Reino Unido | 48.6% | 51.5% |
EUA | 48.8% | 51.2% |
Brasil | 49.7% | 50.27% |
Tomemos os EUA como exemplo. Por que as relações extra-conjugais são tão comuns? “O que torna possível essa situação, claro, é a oferta de mulheres disponíveis. A maioria é solteira por causa do número crescente de mulheres solteiras (existem 34 milhões no EUA hoje) e por que as solteiras geralmente têm mais tempo livre e energia do que as casadas. Considere essas estatísticas: uma em cada cinco mulheres hoje não têm um parceiro em potencial porque simplesmente não existem homens solteiros suficientes. Uma mulher solteira de 25 anos enfrenta uma séria escassez de homens disponíveis, para começar, e a situação piora a medida que a mulher envelhece. Homens divorciados são muito mais propensos a se casarem novamente do que mulheres divorciadas (e eles tendem a se casar com mulheres mais jovens), de modo que existem mais que o dobro de mulheres do que homens solteiros na casa dos 40. De fato, uma mulher que se divorcia aos 35 hoje provavelmente permanecerá solteira pelo resto de sua vida. Presas em uma amarra demográfica enquanto buscam por maior autonomia, mais e mais mulheres solteiras estão optando pelo envolvimento com homens casados.”
Além disso, o excesso de mulheres que não são mantidas financeiramente por um marido é uma causa do aumento da prostituição na sociedade. Por exemplo, a Alemanha tem 0,96 homens/mulher. Sob as reformas sociais da Alemanha, qualquer mulher abaixo dos 55 anos que trabalhou fora por mais de 1 ano pode ser forçada a aceitar um emprego disponível – inclusive ser uma prostituta na indústria do sexo – ou perder seu seguro desemprego! Um estudo de 1994 em um grupo de pesquisa nos EUA constatou que 16% dos homens entre 18-59 anos pagou por sexo (Gagnon, Laumann, e Kolata 1994).
Além disso, o problema do desequilíbrio das proporções entre os sexos pode piorar em tempos de guerra. O fenômeno da Segunda Guerra Mundial é um caso. Depois da Segunda Guerra havia 7.300.000 mais mulheres do que homens apenas na Alemanha (3,3 milhões delas eram viúvas). Havia 100 homens com idade entre 20 a 30 anos para cada 167 mulheres no mesmo grupo de idade. Muitas dessas mulheres precisavam de um homem não apenas como companheiro, mas também como provedor da casa em um tempo de miséria e dificuldades sem precedentes. Os soldados dos vitoriosos Exércitos Aliados exploraram a vulnerabilidade dessas mulheres. Muitas mulheres jovens e viúvas tiveram relações sexuais ilícitas com membros das forças de ocupação. Muitos soldados americanos e britânicos pagaram por seus prazeres em cigarros, chocolate e pão.
A poligamia é uma alternativa ao divórcio no caso de problemas conjugais. Ao invés de se divorciar de uma esposa doente ou estéril, o Islã permite ao homem casar com outra mulher enquanto cuida da primeira, se ela escolher ficar com ele.
Os ensinamentos do Islã, incluindo a poligamia, estão em conformidade com a natureza humana. Homens e mulheres diferem em sua necessidade por variedade sexual. Essas diferenças são universais. De acordo com os cientistas evolucionistas os homens são “programados” para espalhar suas sementes. Os homens em toda a parte – solteiros ou casados- querem mais parceiras sexuais do que as mulheres. A solução islâmica fornece a única alternativa responsável para o desejo naturalmente arraigado nos homens.
Existe uma restrição biológica universal na reprodução masculina e feminina. A capacidade reprodutiva da mulher declina após seus vinte anos e termina com a menopausa, mas mesmo um homem em seus setenta anos retém a capacidade de ter filhos. A poligamia é uma solução para um homem que deseja mais filhos, especialmente em sociedades agrárias e tradicionais. Isso pode parecer irrelevante no contexto ocidental, onde ter filhos tem se tornado independente do casamento. A poligamia também é uma alternativa para um homem que deseja satisfazer suas relações sexuais naturais dentro dos laços do casamento, mas cuja esposa pode ter aversão a eles devido a idade ou doença. Além disso, o Islã proíbe relações sexuais durante os ciclos menstruais da mulher. Conseqüentemente, a mulher cujo período menstrual prolongado previne o marido de ter sexo com ela, ou um homem cujo desejo sexual não é satisfeito por uma esposa, pode se casar com outra. O Islã permite que esses homens realizem seus desejos dentro de uma estrutura legal, tornando-os responsáveis por sua sexualidade, para que ele não recorra à coabitação ou prostituição.
A poligamia institucional controla a propagação de doenças sexualmente transmissíveis como Herpes e AIDS. Essas doenças venéreas se propagam em sociedades promíscuas nas quais relações extra-conjugais e prostituição são comuns. Isso pode ser devido ao marido trazer para sua relação ‘monogâmica’ com sua esposa as doenças com as quais foi infectado em uma relação extra-conjugal.
Pode-se ver claramente que existem muitos benefícios que resultam da permissibilidade da poligamia. Muitos males da sociedade são deixados sem tratamento, se não criados ou piorados, devido às restrições modernas colocadas sobre a poligamia. Não se deve considerar sempre a própria cultura e época como a mais superior na história mas, ao contrário, deve-se analisar costumes, tradições e crenças com base em fatos sólidos e tangíveis. Quando as pessoas agem dessa forma, tendo mente e coração abertos, se aproximam cada vez mais da verdade até que ela se torne clara como a luz do dia.
A distância faz ao amor aquilo que o vento faz ao fogo: apaga o pequeno, inflama o grande.
Roger Bussy-Rabutin
Eu sou feito de
Sonhos interrompidos
detalhes despercebidos
amores mal resolvidos
Sou feito de
Choros sem ter razão
pessoas no coração
atos por impulsão
Sinto falta de
Lugares que não conheci
experiências que não vivi
momentos que já esqueci
Eu sou
Amor e carinho constante
distraída até o bastante
não paro por instante
Já
Tive noites mal dormidas
perdi pessoas muito queridas
cumpri coisas não-prometidas
Muitas vezes eu
Desisti sem mesmo tentar
pensei em fugir,para não enfrentar
sorri para não chorar
Eu sinto pelas
Coisas que não mudei
amizades que não cultivei
aqueles que eu julguei
coisas que eu falei
Tenho saudade
De pessoas que fui conhecendo
lembranças que fui esquecendo
amigos que acabei perdendo
Mas continuo vivendo e aprendendo.
Martha Medeiros
Mulher sem razão
Saia dessa vida de migalhas
Desses homens que te tratam
Como um vento que passou
Caia na realidade, fada
Olha bem na minha cara
E confessa que gostou
Do meu papo bom
Do meu jeito são
Do meu sarro, do meu som
Dos meus toques pra você mudar
Mulher sem razão
Ouve o teu homem
Ouve o teu coração
Ao cair da tarde
Ouve aquela canção
Que não toca no rádio
Pára de fingir que não repara
Nas verdades que eu te falo
Dê um pouco de atenção
Parta, pegue um avião, reparta
Sonhar só não dá em nada
É uma festa na prisão
Nosso tempo é bom
E nós temos de montão
Deixa eu te levar então
Pra onde eu sei que a gente vai brilhar
Mulher sem razão
Ouve o teu homem
Ouve o teu coração
Batendo travado
Por ninguém e por nada
Na escuridão do quarto
(A. Calcanhoto)
Poemas
Versos Íntimos
Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos nasceu no Engenho Pau d'Arco, Paraíba, no dia 20 de abril de 1884. Aprendeu com seu pai, bacharel, as primeiras letras. Fez o curso secundário no Liceu Paraibano, já sendo dado como doentio e nervoso por testemunhos da época. De uma família de proprietários de engenhos, assiste, nos primeiros anos do século XX, à decadência da antiga estrutura latifundiária, substituída pelas grandes usinas. Em 1903, matricula-se na Faculdade de Direito do Recife, formando-se em 1907. Ali teve contato com o trabalho "A Poesia Científica", do professor Martins Junior. Formado em direito, não advogou; vivia de ensinar português. Casou-se, em 04 de julho de 1910, com Ester Fialho. Nesse ano, em conseqüência de desentendimento com o governador, é afastado do cargo de professor do Liceu Paraibano. Muda-se para o Rio de Janeiro e dedica-se ao magistério. Lecionou geografia na Escola Normal, depois Instituto de Educação, e no Ginásio Nacional, depois Colégio Pedro II, sem conseguir ser efetivado como professor. Em 1911, morre prematuramente seu primeiro filho. Em fins de 1913 mudou-se para Leopoldina MG, onde assumiu a direção do grupo escolar e continuou a dar aulas particulares. Seu único livro, "Eu", foi publicado em 1912. Surgido em momento de transição, pouco antes da virada modernista de 1922, é bem representativo do espírito sincrético que prevalecia na época, parnasianismo por alguns aspectos e simbolista por outros. Praticamente ignorado a princípio, quer pelo público, quer pela crítica, esse livro que canta a degenerescência da carne e os limites do humano só alcançou novas edições graças ao empenho de Órris Soares (1884-1964), amigo e biógrafo do autor.
O poema acima foi incluído no livro "Os Cem Melhores Poemas Brasileiros do Século", organizado por Ítalo Moriconi para a Editora Objetiva - Rio de Janeiro, 2001, pág. 61.
Augusto dos Anjos
Vês! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão - esta pantera -
Foi tua companheira inseparável!
Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem, que, nesta terra miserável,
Mora, entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera.
Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.
Se a alguém causa inda pena a tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!
Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos nasceu no Engenho Pau d'Arco, Paraíba, no dia 20 de abril de 1884. Aprendeu com seu pai, bacharel, as primeiras letras. Fez o curso secundário no Liceu Paraibano, já sendo dado como doentio e nervoso por testemunhos da época. De uma família de proprietários de engenhos, assiste, nos primeiros anos do século XX, à decadência da antiga estrutura latifundiária, substituída pelas grandes usinas. Em 1903, matricula-se na Faculdade de Direito do Recife, formando-se em 1907. Ali teve contato com o trabalho "A Poesia Científica", do professor Martins Junior. Formado em direito, não advogou; vivia de ensinar português. Casou-se, em 04 de julho de 1910, com Ester Fialho. Nesse ano, em conseqüência de desentendimento com o governador, é afastado do cargo de professor do Liceu Paraibano. Muda-se para o Rio de Janeiro e dedica-se ao magistério. Lecionou geografia na Escola Normal, depois Instituto de Educação, e no Ginásio Nacional, depois Colégio Pedro II, sem conseguir ser efetivado como professor. Em 1911, morre prematuramente seu primeiro filho. Em fins de 1913 mudou-se para Leopoldina MG, onde assumiu a direção do grupo escolar e continuou a dar aulas particulares. Seu único livro, "Eu", foi publicado em 1912. Surgido em momento de transição, pouco antes da virada modernista de 1922, é bem representativo do espírito sincrético que prevalecia na época, parnasianismo por alguns aspectos e simbolista por outros. Praticamente ignorado a princípio, quer pelo público, quer pela crítica, esse livro que canta a degenerescência da carne e os limites do humano só alcançou novas edições graças ao empenho de Órris Soares (1884-1964), amigo e biógrafo do autor.
Cético em relação às possibilidades do amor ("Não sou capaz de amar mulher alguma, / Nem há mulher talvez capaz de amar-me"), Augusto dos Anjos fez da obsessão com o próprio "eu" o centro do seu pensamento. Não raro, o amor se converte em ódio, as coisas despertam nojo e tudo é egoísmo e angústia em seu livro patético ("Ai! Um urubu pousou na minha sorte"). A vida e suas facetas, para o poeta que aspira à morte e à anulação de sua pessoa, reduzem-se a combinações de elementos químicos, forças obscuras, fatalidades de leis físicas e biológicas, decomposições de moléculas. Tal materialismo, longe de aplacar sua angústia, sedimentou-lhe o amargo pessimismo ("Tome, doutor, essa tesoura e corte / Minha singularíssima pessoa"). Ao asco de volúpia e à inapetência para o prazer contrapõe-se porém um veemente desejo de conhecer outros mundos, outras plagas, onde a força dos instintos não cerceie os vôos da alma ("Quero, arrancado das prisões carnais, / Viver na luz dos astros imortais").
A métrica rígida, a cadência musical, as aliterações e rimas preciosas dos versos fundiram-se ao esdrúxulo vocabulário extraído da área científica para fazer do "Eu" — desde 1919 constantemente reeditado como "Eu e outras poesias" — um livro que sobrevive, antes de tudo, pelo rigor da forma. Com o tempo, Augusto dos Anjos tornou-se um dos poetas mais lidos do país, sobrevivendo às mutações da cultura e a seus diversos modismos como um fenômeno incomum de aceitação popular. Vitimado pela pneumonia aos trinta anos de idade, morreu em Leopoldina em 12 de novembro de 1914.
O poema acima foi incluído no livro "Os Cem Melhores Poemas Brasileiros do Século", organizado por Ítalo Moriconi para a Editora Objetiva - Rio de Janeiro, 2001, pág. 61.
Obrigado, Luiz Carlos, pela lembrança!
Receita de comida Arabe - Mulukhie
- 1 frango grande
- 1 maço de coentro
- 4 cabeças de alho
- 4 cebolas
- Pimenta síria
- 1/2 pacote de mulukhie (são folhas secas compradas em casa de produtos árabes)
- Sal
- 2 colheres de manteiga
Modo de preparo:
- Cozinhar o frango sem pele por aproximadamente 30 minutos, jogar toda a água fora e recolocar o frango para ferver por mais 30 minutos
- Deixar esfriar e desfia-lo, porém não muito
- Reservar
- Retirar todos os cabinhos das folhas de mulukhie, lavar muito bem e deixar de molho por aproximadamente 20 minutos
- Após isso, colocar as folhas em um escorredor para retirar bem a água, as folhas são oleosas, é normal
- Em uma panela grande colocar um pouquinho de óleo e uma porção das folhas para amolecerem bem, isso deve ser feito pouco a pouco, uma especie de refogada rápida nas folhas
- Retirar e colocar em um pirex, repetir o processo até terminar de refogar as folhas somente no óleo
- Reserve
- Usar uma panela grande e funda, colocar todos os alhos amassados, as cebolas cortadas em 3 partes, o coentro, a pimenta síria, o sal em quantidade necessária e refogar tudo, não queimar a cebola e nem o alho
- Acrescentar o frango, as folhas de mulukhie e a água até cobrir todo o ensopado, deixar no fogo por 1 hora em fogo baixo, quando estiver terminando colocar 2 colheres de manteiga
Receita de Comida Indiana - Murg Makhani - Frango na Manteiga
Segue a receita de um prato indiano chamado Murg Makhani, um frango cozido na manteiga com molho de tomate e temperos.
Ingredientes para 4 pessoas:
Para o Frango
800 gr de frango (sobrecoxa ou peito). A receita original pede frango desossado cortado em pedaços, mas fiz as sobrecoxas com osso e inteiras e ficou maravilhoso.
1 colher de sopa de iogurte natural
1 colher de sopa de vinagre ou suco de limão (eu usei suco de limão)
1 colher de chá de cada de coentro em pó, cominho em pó e pimenta vermelha em pó
1 cebola bem picada ou em pasta (na receita original é opcional, eu usei e ficou muito bom)
2 colheres de chá de cada de gengibre e alho em pasta
sal à gosto
Para o Molho
4 tomates grandes picados ou batidos no liquidificador (eu piquei no processador e ficou muito bom)
4 colheres de sopa de manteiga
1 colher de sopa de creme de leite
1 colher de chá de cada de coentro em pó , cominho em pó, pimenta vermelha em pó e pimenta do reino (como eu não gosto tanto de pimenta, usei meia colher para a pimenta vermelha)
2 colheres de chá de cada de gengibre picado e pimenta verde picada (o prato que fiz não levou a pimenta verde, pois não tinha à mão no momento da receita)
sal e açúcar à gosto (para o açúcar, usei uma colher de chá)
Modo de fazer:
1. Fure os pedaços de frango com um garfo. Em uma tigela, misture bem todos os ingredientes para marinar e adicione o frango, cuidando para que o frango fique totalmente envolto nos temperos. Cubra com filme plástico e leve à geladeira. Deixe marinar por, no mínimo, 2 horas. Algumas receitas de Murg Makhani pedem para deixar de um dia para o outro. Eu deixei marinando por 2 horas e meia.
2. Aqueça metade da manteiga em fogo médio em uma frigideira e coloque o frango juntamente com o marinado. Cubra e deixe cozinhar por cerca de 25 minutos ou até que o frango esteja completamente cozido. Cuidado para não cobrir e esquecer, pois o frango pode grudar. É interessante de tempos em tempos mexer o frango, juntamente com o marinado. Eu deixei cozinhando em fogo médio e não precisou dos 25 minutos, com uns 20 minutos estava bom. Reserve.
3. Aqueça a manteiga restante em uma panela e adicione a pimenta vermelha, coentro em pó, cominho e pimenta do reino. Frite por alguns segundos. Adicione os tomates, sal, açúcar e cozinhe sem tampar em fogo médio por cerca de 10 minutos até que o molho engrosse um pouco e o óleo separe.
4. Adicione o frango, o gengibre e a pimenta verde (se usar) a este molho para ele terminar o cozimento pegando o tempero do molho. Deixe por, aproximadamente, mais uns 10 a 15 minutos em fogo baixo.
5. Despeje o creme de leite, mexa bem e deixe no fogo baixo mais uns 2 a 3 minutos para misturar bem.
Sirva com arroz branco.
P.S .: " Antes de adicionar o creme de leite ao molho , colocar cem gramas de castanhas de caju moidas (sem sal ) no molho, as castanhas darão um toque especial e o molho ficará mais encorpado.
P.S.: Quando estiver preparando o arroz substitua o oleo por manteiga e adicione na hora que estiver refogando , 1 folha de louro, 3 cravinhos e 1 pauzinho de canela .
Ingredientes para 4 pessoas:
Para o Frango
800 gr de frango (sobrecoxa ou peito). A receita original pede frango desossado cortado em pedaços, mas fiz as sobrecoxas com osso e inteiras e ficou maravilhoso.
1 colher de sopa de iogurte natural
1 colher de sopa de vinagre ou suco de limão (eu usei suco de limão)
1 colher de chá de cada de coentro em pó, cominho em pó e pimenta vermelha em pó
1 cebola bem picada ou em pasta (na receita original é opcional, eu usei e ficou muito bom)
2 colheres de chá de cada de gengibre e alho em pasta
sal à gosto
Para o Molho
4 tomates grandes picados ou batidos no liquidificador (eu piquei no processador e ficou muito bom)
4 colheres de sopa de manteiga
1 colher de sopa de creme de leite
1 colher de chá de cada de coentro em pó , cominho em pó, pimenta vermelha em pó e pimenta do reino (como eu não gosto tanto de pimenta, usei meia colher para a pimenta vermelha)
2 colheres de chá de cada de gengibre picado e pimenta verde picada (o prato que fiz não levou a pimenta verde, pois não tinha à mão no momento da receita)
sal e açúcar à gosto (para o açúcar, usei uma colher de chá)
Modo de fazer:
1. Fure os pedaços de frango com um garfo. Em uma tigela, misture bem todos os ingredientes para marinar e adicione o frango, cuidando para que o frango fique totalmente envolto nos temperos. Cubra com filme plástico e leve à geladeira. Deixe marinar por, no mínimo, 2 horas. Algumas receitas de Murg Makhani pedem para deixar de um dia para o outro. Eu deixei marinando por 2 horas e meia.
2. Aqueça metade da manteiga em fogo médio em uma frigideira e coloque o frango juntamente com o marinado. Cubra e deixe cozinhar por cerca de 25 minutos ou até que o frango esteja completamente cozido. Cuidado para não cobrir e esquecer, pois o frango pode grudar. É interessante de tempos em tempos mexer o frango, juntamente com o marinado. Eu deixei cozinhando em fogo médio e não precisou dos 25 minutos, com uns 20 minutos estava bom. Reserve.
3. Aqueça a manteiga restante em uma panela e adicione a pimenta vermelha, coentro em pó, cominho e pimenta do reino. Frite por alguns segundos. Adicione os tomates, sal, açúcar e cozinhe sem tampar em fogo médio por cerca de 10 minutos até que o molho engrosse um pouco e o óleo separe.
4. Adicione o frango, o gengibre e a pimenta verde (se usar) a este molho para ele terminar o cozimento pegando o tempero do molho. Deixe por, aproximadamente, mais uns 10 a 15 minutos em fogo baixo.
5. Despeje o creme de leite, mexa bem e deixe no fogo baixo mais uns 2 a 3 minutos para misturar bem.
Sirva com arroz branco.
P.S .: " Antes de adicionar o creme de leite ao molho , colocar cem gramas de castanhas de caju moidas (sem sal ) no molho, as castanhas darão um toque especial e o molho ficará mais encorpado.
P.S.: Quando estiver preparando o arroz substitua o oleo por manteiga e adicione na hora que estiver refogando , 1 folha de louro, 3 cravinhos e 1 pauzinho de canela .
Amar é ter um pássaro pousado no dedo.
Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que,
a qualquer momento, ele pode voar”
Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que,
a qualquer momento, ele pode voar”
Rubem Alves
Uma Natureza Gentil, Tão Difícil de Encontrar por Selma Cook, traduzido por Hanifa Ponte
Não necessitas de chorar, de ires a correr e esconder-te
Basta apenas, vires sentar-te ao pé de mim
Aconchega-te confortavelmente nos meus joelhos
Eu quero contar-te uma história
Muitos conhecem-na – e não sou poucos
É uma história de há muito tempo, sabes
Mas a sua mensagem trás a verdade para ti e para mim
É acerca de um grande homem
Deus enviou-o – com o seu plano
Enviando a Sua orientação e misericórdia para nós
Para que nós possamos viver e morrer com confiança
Para Aquele que criou tudo que há
Ele sabe tudo, e ninguém se atreve
A questioná-lo – excepto o homem!
E aqui nos sentamos todos os dias e escolhemos
o certo ou o errado – que faz com que ganhemos ou percamos
Muhammad veio com uma palavra amável
Uma natureza gentil, tão difícil de encontrar
Entre a ganância e a luxúria viciosa da humanidade
Que não para até ele virar poeira
Muhammad veio para acabar com a Guerra e chora
Coloca de lado o mau batoteiro e truques
Ajuda as crianças órfãs a crescer
Na segurança do conforto, ele há-de saber
Que Deus sozinho tem todo o poder
Ele mantém e protege cada dia e hora
Então Muhammad ensina-nos a não ter medo
A amar mais Deus – para O manter prezado
Para Nascermos sozinhos e morrermos sozinhos
E para ele retornaremos, lado a lado
Muhammad foi amado por tudo que é bom
Mas homens hostis o enfrentaram
Eles não suportam ouvir a palavra
Da verdade e paz do nosso Senhor
Diz ao homem para parar com a ganância
O pobre e o necessitado ele deve alimentar
Não matar e não odiar
Mas espalha a Sua mensagem
Por certo a hora virá por último
Lágrimas cairão por todo esse passado
Mas corações repousados lidarão com a paz
Um favor que nunca acabará
Então vem agora minha querida pequenina
Continua a crescer e aprender a não ter medo de ninguém
Porque nada se move sem a Sua palavra
Todos confiam no seu senhor
Então enquanto cresces e apreendes
A amar o que é bom – rejeitar toda a maldade
E juntos iremos dar o nosso melhor
E passar o teste mais difícil desta vida
Selma Cook é directora da Edição “The Youth Section and Volunteer Youth Resource Network at IslamOnline.net”. Ela escreveu muitos livros, inclusive: “Buried Treasure (Uma novela islâmica para adolescentes), “The Light of Submission” (Poesia Islamica). Ela também editou e revisou muitos livros islâmicos.
Basta apenas, vires sentar-te ao pé de mim
Aconchega-te confortavelmente nos meus joelhos
Eu quero contar-te uma história
Muitos conhecem-na – e não sou poucos
É uma história de há muito tempo, sabes
Mas a sua mensagem trás a verdade para ti e para mim
É acerca de um grande homem
Deus enviou-o – com o seu plano
Enviando a Sua orientação e misericórdia para nós
Para que nós possamos viver e morrer com confiança
Para Aquele que criou tudo que há
Ele sabe tudo, e ninguém se atreve
A questioná-lo – excepto o homem!
E aqui nos sentamos todos os dias e escolhemos
o certo ou o errado – que faz com que ganhemos ou percamos
Muhammad veio com uma palavra amável
Uma natureza gentil, tão difícil de encontrar
Entre a ganância e a luxúria viciosa da humanidade
Que não para até ele virar poeira
Muhammad veio para acabar com a Guerra e chora
Coloca de lado o mau batoteiro e truques
Ajuda as crianças órfãs a crescer
Na segurança do conforto, ele há-de saber
Que Deus sozinho tem todo o poder
Ele mantém e protege cada dia e hora
Então Muhammad ensina-nos a não ter medo
A amar mais Deus – para O manter prezado
Para Nascermos sozinhos e morrermos sozinhos
E para ele retornaremos, lado a lado
Muhammad foi amado por tudo que é bom
Mas homens hostis o enfrentaram
Eles não suportam ouvir a palavra
Da verdade e paz do nosso Senhor
Diz ao homem para parar com a ganância
O pobre e o necessitado ele deve alimentar
Não matar e não odiar
Mas espalha a Sua mensagem
Por certo a hora virá por último
Lágrimas cairão por todo esse passado
Mas corações repousados lidarão com a paz
Um favor que nunca acabará
Então vem agora minha querida pequenina
Continua a crescer e aprender a não ter medo de ninguém
Porque nada se move sem a Sua palavra
Todos confiam no seu senhor
Então enquanto cresces e apreendes
A amar o que é bom – rejeitar toda a maldade
E juntos iremos dar o nosso melhor
E passar o teste mais difícil desta vida
Selma Cook é directora da Edição “The Youth Section and Volunteer Youth Resource Network at IslamOnline.net”. Ela escreveu muitos livros, inclusive: “Buried Treasure (Uma novela islâmica para adolescentes), “The Light of Submission” (Poesia Islamica). Ela também editou e revisou muitos livros islâmicos.
Poema- Ultimo Respiro
O ÚLTIMO RESPIRO, POR AHMED BUKHATIR
Daqueles que andam por aí, eu ouço um choro
Sub um capuz, um olhar sem esperança
Eu ouço as suas passadas silenciosas indo embora
E depois sei, a minha alma tem que Voar!
Um vendo frio começa a soprar
Dentro da minha alma, da cabeça aos pés
E depois, o último respiro escapa dos meus lábios
É tempo de partir. E eu tenho que ir.
Então é Verdade (mas é tarde de mais)
Eles dizem: cada alma tem a sua data de partir
Quando tem que partir, o seu corpo abandona,
E vai ao encontro do seu Eterno Destino.
Oh! Marca as palavra que eu digo,
Quem sabe? Amanhã poderá ser o teu dia,
Por fim, vais para o Paraíso ou Inferno!
Decide agora qual, Não adies!
Venham meus irmãos, vamos rezar
Decide agora qual, Não adies!
Oh Deus! Oh Deus! Eu não posso ver
Os meus olhos estão cegos! Eu continuo a seu eu
Ou a minha alma foi levada a extraviar-se,
E forçada a pagar um preço inestimável
Ai de mim, ao pó todos retornaremos,
Uns terão alegrias, outros serão queimados,
Se pelo menos eu soube disso antes
A linha cresce curta, e chega a minha vez!
E agora, debaixo de solo
Eles colocam-me, com tudo que fiz em vida, gravado e a seguir-me
Eles choram, e não sabem, que eu choro mais
Porque eles vão para casa, Eu enfrento o meu Deus!
Oh marca as palavras que eu digo,
Quem sabe, amanha, poderá ser o teu dia
Por fim, vais para o Paraíso ou Inferno!
Decide agora qual, Não adies!
Venham meus irmãos, vamos rezar
Decide agora qual, Não adies …
Traduzido por Hanifa
Daqueles que andam por aí, eu ouço um choro
Sub um capuz, um olhar sem esperança
Eu ouço as suas passadas silenciosas indo embora
E depois sei, a minha alma tem que Voar!
Um vendo frio começa a soprar
Dentro da minha alma, da cabeça aos pés
E depois, o último respiro escapa dos meus lábios
É tempo de partir. E eu tenho que ir.
Então é Verdade (mas é tarde de mais)
Eles dizem: cada alma tem a sua data de partir
Quando tem que partir, o seu corpo abandona,
E vai ao encontro do seu Eterno Destino.
Oh! Marca as palavra que eu digo,
Quem sabe? Amanhã poderá ser o teu dia,
Por fim, vais para o Paraíso ou Inferno!
Decide agora qual, Não adies!
Venham meus irmãos, vamos rezar
Decide agora qual, Não adies!
Oh Deus! Oh Deus! Eu não posso ver
Os meus olhos estão cegos! Eu continuo a seu eu
Ou a minha alma foi levada a extraviar-se,
E forçada a pagar um preço inestimável
Ai de mim, ao pó todos retornaremos,
Uns terão alegrias, outros serão queimados,
Se pelo menos eu soube disso antes
A linha cresce curta, e chega a minha vez!
E agora, debaixo de solo
Eles colocam-me, com tudo que fiz em vida, gravado e a seguir-me
Eles choram, e não sabem, que eu choro mais
Porque eles vão para casa, Eu enfrento o meu Deus!
Oh marca as palavras que eu digo,
Quem sabe, amanha, poderá ser o teu dia
Por fim, vais para o Paraíso ou Inferno!
Decide agora qual, Não adies!
Venham meus irmãos, vamos rezar
Decide agora qual, Não adies …
Traduzido por Hanifa
Atentado suicida deixa 13 mortos no Paquistão
Pelo menos 13 pessoas, entre elas sete policiais, morreram nesta quarta-feira em um ataque suicida no noroeste do Paquistão, perto da fronteira com o Afeganistão, onde o Exército combate os talibãs aliados da Al-Qaeda, segundo um novo balanço oficial.
O atentado aconteceu na área de Wazirdad, do distrito tribal de Khyber, perto da fronteira afegã.
"O terrorista explodiu seu veículo repleto de explosivos contra o carro dos 'khasadars' (policiais tribais). O balanço é de 13 mortos, sendo sete policiais", declarou à AFP Shafeerullah Wazir, chefe da polícia distrital.
A polícia ainda tenta identificar as outras seis vítimas fatais.
O atentado aconteceu na área de Wazirdad, do distrito tribal de Khyber, perto da fronteira afegã.
"O terrorista explodiu seu veículo repleto de explosivos contra o carro dos 'khasadars' (policiais tribais). O balanço é de 13 mortos, sendo sete policiais", declarou à AFP Shafeerullah Wazir, chefe da polícia distrital.
A polícia ainda tenta identificar as outras seis vítimas fatais.
Líbano alerta para situação "perigosa" com Israel
LONDRES (Reuters) - A aviação israelense está fazendo incursões diárias no espaço aéreo libanês, criando uma situação perigosíssima, disse o primeiro-ministro libanês, Saad Al Hariri, em entrevista transmitida na quarta-feira.
"Ouvimos muitas ameaças israelenses dia após dia, e não só ameaças", declarou ele em vídeo publicado no site da BBC.
"Vemos o que está acontecendo no terreno e no nosso espaço aéreo, e o que está acontecendo o tempo todo durante os últimos dois meses - todos os dias temos aviões militares israelenses entrando no espaço aéreo libanês. Isso é algo que vem numa escalada, e é algo realmente perigoso", disse.
Israel insiste que esse tipo de voo é necessário para monitorar o grupo guerrilheiro Hezbollah.
De acordo com a emissora britânica, Hariri disse temer a possibilidade de outra guerra contra Israel. Na semana passada, a Síria já havia acusado o Estado judeu de encaminhar o Oriente Médio para um novo conflito.
O chanceler israelense reagiu dizendo que os sírios seriam derrotados e que o presidente Bashar al Assad perderia o poder no eventual conflito. Posteriormente, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, tranquilizou a Síria de que Israel quer a paz.
Em 2006, Israel travou uma guerra de 34 dias contra a guerrilha libanesa Hezbollah. Em janeiro deste ano, Israel disse que forças da ONU no Líbano haviam descoberto uma grande quantidade de explosivos perto da fronteira Líbano-Israel.
O Estado judeu disse que os explosivos haviam sido deixados pelo Hezbollah.
Hariri afirmou à BBC que o Líbano está unido e que o governo vai permanecer ao lado da guerrilha xiita.
"Acho que eles (israelenses) estão apostando de que poderia haver alguma divisão no Líbano, se houver uma guerra contra nós. Bem, não haverá divisão no Líbano. Vamos ficar contra Israel. Vamos ficar com o nosso próprio povo."
(Reportagem de Adrian Croft)
"Ouvimos muitas ameaças israelenses dia após dia, e não só ameaças", declarou ele em vídeo publicado no site da BBC.
"Vemos o que está acontecendo no terreno e no nosso espaço aéreo, e o que está acontecendo o tempo todo durante os últimos dois meses - todos os dias temos aviões militares israelenses entrando no espaço aéreo libanês. Isso é algo que vem numa escalada, e é algo realmente perigoso", disse.
Israel insiste que esse tipo de voo é necessário para monitorar o grupo guerrilheiro Hezbollah.
De acordo com a emissora britânica, Hariri disse temer a possibilidade de outra guerra contra Israel. Na semana passada, a Síria já havia acusado o Estado judeu de encaminhar o Oriente Médio para um novo conflito.
O chanceler israelense reagiu dizendo que os sírios seriam derrotados e que o presidente Bashar al Assad perderia o poder no eventual conflito. Posteriormente, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, tranquilizou a Síria de que Israel quer a paz.
Em 2006, Israel travou uma guerra de 34 dias contra a guerrilha libanesa Hezbollah. Em janeiro deste ano, Israel disse que forças da ONU no Líbano haviam descoberto uma grande quantidade de explosivos perto da fronteira Líbano-Israel.
O Estado judeu disse que os explosivos haviam sido deixados pelo Hezbollah.
Hariri afirmou à BBC que o Líbano está unido e que o governo vai permanecer ao lado da guerrilha xiita.
"Acho que eles (israelenses) estão apostando de que poderia haver alguma divisão no Líbano, se houver uma guerra contra nós. Bem, não haverá divisão no Líbano. Vamos ficar contra Israel. Vamos ficar com o nosso próprio povo."
(Reportagem de Adrian Croft)
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